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Modelos Cooperativos de Reciclagem

  • Foto do escritor: Sofiatti Gestão Ambiental
    Sofiatti Gestão Ambiental
  • 8 de jan. de 2021
  • 2 min de leitura

Atualizado: 21 de mar. de 2022

Conheça um pouco dos modelos cooperativos de reciclagem que a Sofiatti visitou no Rio Grande do Sul



As cooperativas de reciclagem surgem nos municípios a partir da grande oferta de materiais recicláveis. Porém a sua operação de coleta e triagem é diretamente afetada por posicionamentos políticos e mercadológicos.


Tem-se como Cooperativas de sucesso aquelas bem estruturadas, com grandes aportes financeiros municipais, mas o viés pouco observado é o de autogerenciamento e sustentabilidade financeira do modelo cooperativo empregado.


Em 2020, a Sofiatti esteve visitando algumas cooperativas no estado para conhecer seus modelos de operação e demandas de materiais. Nessa caminhada em conjunto com os cooperativados, iniciou uma construção de logísticas de captação de materiais para o processamento e beneficiamento pelas cooperativas.


A separação dos materiais acontece conforme a classificação das tipologias interessantes a cooperativa, como por exemplo: os plásticos, PE, PP, PET, PEAD, vinil, os papeis ofício, papelão, vidros translúcidos, verdes, azuis e escuros, metálicos e ferrosos, entre outros.


O comércio desses materiais acontece de duas maneiras:

- são prensados e compactados, enfardados e vendidos aos beneficiadores específicos da tipologia

- são lavados, triturados e enfardados para venda direta a indústria da transformação.



Bons exemplos


Na cidade de Dois Irmãos, a Cooperativa de Recicladores é quem faz a coleta de resíduos municipais. Em dias intercalados (dia sim, dia não) acontece a coleta de secos e molhados, separadamente, em dois caminhões. Os materiais secos são direcionados a cooperativa, para triagem e segregação. Os resíduos molhados, orgânicos ou rejeitos, como são chamados, são encaminhados a aterro de RSU (Resíduos Sólidos Urbanos).

Em 2015, a Cooperativa participou de edital de custeio a projetos sustentáveis de uma grande transformadora de polímeros, no qual foi escolhida para receber e operar maquinário de beneficiamento de polímero. Com esse tipo de maquinário, a cooperativa consegue beneficiar polímeros, ou seja, processar esse material e transformá-lo em grânulos com um melhor valor de mercado e com demanda maior que se fosse encaminhado a indústria apenas prensado.


Já na Cooperfeitoria, que é atuante no bairro Feitoria de São Leopoldo, o seu negócio está focado nas melhorias de processo e produção. A média de cooperados da cooperativa é de no máximo 12 pessoas, elas são treinadas e avaliadas durante o seu período de atuação. Com processos bem definidos e organizados, a cooperativa vem fazendo um trabalho de triagem de quase 50 toneladas de materiais/mês. Com planos de ampliação dos espaços da cooperativa, os projetos estimam dobrar a produção para o segundo semestre de 2022.

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As cooperativas brasileiras têm incentivos e prioridades no fechamento de contratos com empresas e prefeituras. Sua prestação de serviços é remunerada normalmente, com emissão de Nota Fiscal e prestação de contas fiscais como todo empreendimento.

Elas podem ser fornecedores e parceiros do teu negócio, realizando um bom trabalho e garantindo a reciclagem dos teus resíduos gerados através da comprovação dos descartes.


A Sofiatti pode te ajudar a encontrar a cooperativa mais próxima do teu empreendimento, e fazer a Gestão de Resíduos da tua empresa acontecer de verdade.



Quer saber mais das nossas ações?

Segue lá no Insta @sofiatti.residuos


~ Caroline Sofiatti

Gestora Ambiental na SOFIATTI Gestão Ambiental em Resíduos

SOFIATTI ~ Transformando Capitais Invisíveis em Ativos Estratégicos

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