O que eu ouvi do ESG nas mesas de negócio que me deixaram chocada
- Sofiatti Gestão Ambiental

- 2 de jun. de 2025
- 2 min de leitura
Preparei este artigo para comentar sobre os aspectos que eu ouvi, a respeito do ESG, nas Rodadas de Negócios que participei, e me deixaram chocada! Claro, que em um bom sentido, e vou te explicar o porquê!
Confesso: fui para as rodadas de negócios pronta para ouvir sobre os interesses das empresas, sobre boas práticas, sustentabilidade, propósito e impacto positivo. Mas o que mais se repetia — e me chocou, à primeira vista — foram as palavras, quase que proibidas em certos círculos: dinheiro!
Sim, o interesse comercial, o interesse financeiro, o interesse em ganhar dinheiro
com ESG.
Em um primeiro momento, isso soa como um desvio do próprio propósito do ESG e Governança. Como se estivéssemos empacotando a consciência em KPI’s. Mas, se escutarmos mais atentamente, podemos perceber qual é a essência dessas expressões: Esse “lado obscuro” — o interesse financeiro — não é o vilão. Ele é o motor!
O que as empresas estavam realmente dizendo?
Empresários e líderes não falavam de ESG como um enfeite institucional, como algumas pessoas compreendem deste posicionamento de mercado. Estes empresários e líderes trataram como uma estratégia de sobrevivência, de crescimento e de diferenciação no mercado.
Quer alguns exemplos do que ouvi?
🔹 “Queremos atrair novos investidores. ESG dá credibilidade.”
🔹 “Sem métricas sociais, não passo na diligência dos fundos.”
🔹 “Estou sendo cobrado por práticas ESG pelos meus próprios clientes.”
🔹 “Se eu não fizer, meu concorrente vai fazer. E levar o mercado.”
Essas falas não são cínicas. Elas são reais. Elas mostram que o que antes era visto como “custo”, agora é ativo estratégico.
A verdade que ninguém quer dizer alto:
Não é o idealismo que move o mundo corporativo. É o interesse bem posicionado. E isso não precisa ser um problema.
👉 Quando a empresa entende que melhorar sua governança, investir em pessoas, reduzir impactos ambientais e aumentar transparência gera retorno, tudo muda.
É nesse ponto que a Governança Estratégica deixa de ser um documento bonito e se torna uma ferramenta de poder.
O papel da consultoria estratégica aqui?
Na Sofiatti Estratégica, por exemplo, o que fazemos é mostrar ao negócio como e por qual caminho seguir para transformar esse interesse em prática estruturada e inteligente.
Não se trata de “maquiar” ou cair no “greenwash”. Se trata de orquestrar o que é necessário, justo e rentável.
E nesse ponto, reitero que o ESG deixa de ser um discurso e torna-se um diferencial competitivo — e sim, muito lucrativo.
Se você ainda está tentando fazer ESG sem considerar os interesses que movem seu negócio, pode estar perdendo a melhor oportunidade da década.
📌 Vamos conversar sobre isso!
_edited.jpg)


